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Artigos e Notícias

 

Pizzaria é parcialmente interditada

Sex, 20 de Janeiro de 2012 09:49

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

    Polícia de SP encontrou comida vencida no depósito, o restaurante Nonno Paolo, que recebeu durante esta quinta-feira (19) uma blitz da Polícia Civil que detectou 80 kg de alimentos vencidos ou sem informações obrigatórias como a procedência, foi parcialmente interditado no final da tarde por técnicos da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa).

    Com isso, as duas cozinhas e o depósito para guardar alimentos foram lacrados e só poderão voltar a funcionar quando o restaurante localizado no bairro do Paraíso, na Zona Sul, fizer as adaptações necessárias. Em outra parte do estabelecimento, onde funcionam uma churrascaria e uma pizzaria, as condições de higiene foram consideradas adequadas. Tanto a churrascaria quanto a pizzaria poderão continuar funcionando normalmente.
    Nesta quinta (19), a equipe da Subgerência de Alimentos da Covisa apoiou a inspeção da polícia. A Covisa detectou várias irregularidades: falta de higiene, condições inadequadas na manipulação, alimentos com prazo de validade vencido, alimentos fracionados sem identificação e falta de técnica adequada para preparar os alimentos. Além disso, foi verificada a existência de estrutura física danificada e presença de insetos, como baratas. A Covisa é um órgão da Secretaria Municipal da Saúde.
    Policiais da 2ª Delegacia de Saúde Pública, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), participaram da ação. Foram apreendidos ao menos 80 kg de frango e bacon vencidos ou sem informação de data de validade. De acordo com o delegado Virgílio Guerreiro Neto, o ato configura crime contra o consumidor, cuja pena varia de dois a cinco anos de prisão. "Não pudemos constatar de onde veio, em qual avícola foi abatido, como foi conservado."
    O delegado informou ainda que, apesar de as fiscalizações fazerem parte da rotina do trabalho da Delegacia de Saúde Pública, essa foi a primeira vez que o departamento visitou o restaurante Nonno Paolo.

Fonte: Jornale.com.br

 

SP: homem morre e 50 passam mal após maionese em restaurante
 

15 de janeiro de 2012 • 18h46 • atualizado às 19h05 

Morreu, na manhã deste domingo, o empresário Antônio Sérgio Ferreira Lima, 55 anos, que estava internado com suspeita de contaminação por salmonela. A suspeita é que ele tenha sido infectado após comer maionese em um restaurante de Batatais, a 357 km de São Paulo.  

De acordo com o Boletim de Ocorrência, o empresário consumiu o alimento na última quinta-feira, após o que passou mal, teve diarreia, náuseas e vômito. No sábado, o estado de saúde de Antônio ficou crítico e ele foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu e morreu.

Além do empresário, outras 50 pessoas também procuraram o Pronto-Socorro de Batatais com sintomas de intoxicação alimentar. Todas haviam comido no mesmo restaurante.  

A Polícia Civil informou que vai definir a investigação após receber o laudo do hospital, que apontará a causa da morte da vítima. Segundo a instituição, a proprietária do restaurante suspeita que o problema estava em um ovo que foi utilizado na maionese.  

A vigilância sanitária já esteve no local e colheu amostras da comida. Os resultados, porém, ainda não foram apresentados.  

Fonte:Terra noticias 

Sadia terá de indenizar consumidora que encontrou unha em produto


16 de janeiro de 2012 • 18h34 •  atualizado 18h44

 

A fabricante de alimentos Sadia terá de pagar indenização por danos morais de R$ 5 mil, corrigida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) mais juros de 1% ao mês, a uma consumidora que encontrou unha humana dentro do produto Hot Pocket Sadia. A decisão é da 4ª Vara Cível da Comarca de São Leopoldo, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Cabe recurso da decisão.

Segundo a autora da ação, depois de comer mais da metade do produto, ela percebeu que havia uma unha no alimento. A consumidora afirmou que entrou em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da empresa, que ofereceu produtos a ela. A consumidora não aceitou.

De acordo com o tribunal, a consumidora manteve congelado o alimento com a unha até que um funcionário da Sadia fosse até sua casa e recolhesse o produto.

Na sentença, o Juiz de Direito Charles Maciel Bittencourt afirmou que houve violação da legislação sanitária. "A presença dos vetores, que de forma direta ou indireta, podem causar danos à saúde dos consumidores, impõe a responsabilidade civil aos responsáveis pela produção dos alimentos", segundo informou o tribunal.

Em nota, a empresa afirmou que vai recorrer da decisão, que foi tomada em 1ª instância.

Fonte:Terra noticias 

Polícia fiscaliza hospitais no Rio e cinco pessoas são presas

Dos seis hospitais fiscalizados, quatro apresentaram irregularidades 

14/04/2011 16h01 - Atualizado em 14/04/2011 19h58

 

Nutricionistas presas

Também na Zona Sul, no Centro Pediátrico da Lagoa, foram apreendidos dois pacotes de massa e uma lata de leite em pó com data de validade vencida. Lá, segundo os agentes, uma nutricionista foi presa.

A GRSA, empresa responsável pelo serviço de alimentação do Centro Pediátrico da Lagoa, confirmou que o hospital apresentou uma “não conformidade, relacionada à validade de produtos vencidos em estoque”. A GRSA informou ainda que “está ciente da situação e está tomando as providências necessárias para apurar o caso e corrigir a falha em seu controle de estoque”.

Ainda de acordo com a polícia, no Hospital Pasteur, no Méier, na Zona Norte, os agentes também encontraram alimentos vencidos e prenderam a nutricionista da unidade. A assessoria de imprensa do hospital alegou que a nutricionista detida é funcionária de uma empresa terceirizada, que presta serviços ao hospital. Ainda de acordo com a unidade, a profissional foi liberada.  

Problemas em hospital na Barra da Tijuca


Na Barra da Tijuca, Zona Oeste, foram descartados diversos alimentos sem etiqueta de identificação, de origem e validade no Hospital Barra D´or. Segundo os policiais, uma nutricionista e uma responsável técnica do hospital foram presas. 

A direção do hospital Barra D´Or informou que, durante a inspeção da Decon, apresentou à autoridade nota fiscal comprovando que o produto apreendido foi recebido do fornecedor na quarta-feira (13), com data de validade legal. O lote de dez quilos chegou ao hospital numa embalagem de papelão, sendo destacado e acondicionado num recipiente apropriado de plástico, na câmara frigorífica, para posterior etiquetamento.

De acordo com os agentes da Decon, os presos são suspeitos de crimes contra a relação de consumo, que estão previstos no Código de Defesa do Consumidor. Os suspeitos vão ter que pagar fianças de até R$ 6 mil, segundo os policiais, para serem soltos

 Fonte: G1 RJ   

Mais de 100 alunos têm intoxicação após merenda escolar 

Data: 01/04/2011

 

Cerca de 120 alunos da Escola Estadual de Referência do Ensino Médio do município de Belo Jardim (Cebeja), a 204 km do Recife (PE), passaram mal depois de consumir uma macarronada servida no almoço desta sexta-feira. Os primeiros sintomas da intoxicação alimentar ocorreram meia hora após a refeição. Estudantes e funcionários da unidade foram levados para o Hospital Júlio Alves de Lira, na cidade.

Ainda não se sabe a causa da intoxicação. A Vigilância Sanitária do município coletou amostras da refeição para análise. De acordo com a entidade, somente após os exames laboratoriais é que podem ser apontados os motivos do problema.

De acordo com o hospital, cerca de 40 alunos continuavam internados em observação no início da noite de hoje, mas nenhum em estado grave. A Secretaria Estadual de Educação ainda não se pronunciou sobre o caso, mas o gerente regional de Educação, Antônio Fernando, seguiu para a cidade de Belo Jardim para acompanhar o caso. 

Fonte: Terra. com

  MPE aponta irregularidades em 18 pastelarias de Jangada e firma TAC 

Data: 14/01/2011

 

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio da Promotoria de Justiça de Rosário Oeste, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com 18 lanchonetes e pastelarias do município de Jangada visando regularizar as condições sanitárias.  Com o acordo, os proprietários terão que promover diversas adequações físicas para atenderem aos requisitos da Vigilância Sanitária. As irregularidades deverão ser sanadas em um prazo máximo de 60 dias. Caso as cláusulas não sejam cumpridas, os comerciantes terão que arcar com multa diária no valor de R$ 1 mil.

De acordo com a promotora de Justiça, Ana Carolina Rodrigues Alves Fernandes Ferraz, o Ministério Público recebeu denúncia de um consumidor sobre a ocorrência de intoxicação alimentar em um estabelecimento comercial de Jangada. “Requisitamos vistorias da Vigilância Sanitária que comprovaram uma série de irregularidades nestes estabelecimentos. Muitas pessoas consomem os alimentos comercializados no local e, em função disso, os proprietários devem estar atentos às normas higiênico-sanitárias. O Código de Defesa do Consumidor estabelece que os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não podem acarretar riscos à saúde ou segurança dos consumidores”, afirmou.

Entre as adequações que deverão ser feitas nas lanchonetes e pastelarias, destacam-se a higienização de chapas e tachos; colocação de forros e revestimentos em banheiros e cozinhas; instalação de papel toalha, sabão líquido e tampa de assento para vaso sanitário; higienização de copos e louças em água corrente e protegidos de insetos e poeira; depósitos de lixo com tampa, bem como telas em portas e janelas na área de preparo de alimentos e uniformes adequados para os funcionários.

Com o acordo, os funcionários somente podem ter contato com os alimentos utilizando luvas ou pegadores. “Também terão que ser providenciados extintor de incêndio, exaustor para cozinha, planilha de controle de limpeza e desinfecção da caixa d´água, e dedetização e desratização”, ressaltou a promotora. Os comerciantes deverão, ainda, impedir o consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes em seus estabelecimentos, comunicando, quando necessário, o Conselho Tutelar e/ou a Polícia Militar.

Segundo a promotora de Justiça, o Ministério Público pretende firmar o Termo de Ajustamento de Conduta com todos os comerciantes de Jangada. “Isso ainda não foi possível porque os demais estabelecimentos ainda não foram vistoriados pela Vigilância Sanitária do município. Após as vistorias, a Promotoria de Justiça entrará em contato com os demais proprietários para celebrar o acordo”, informou. As informações são do MPE 

Fonte: Olhar direto  

Vigilância Sanitária investiga intoxicação por maionese em SP 

Data: 11/01/2011

 

Mais de 30 pessoas passaram mal após consumir produto em supermercado. Amostras foram coletadas de estabelecimento, em São José do Rio Preto. 

Fiscais da Vigilância Sanitária em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, recolheram nesta terça-feira (11) amostras de uma maionese que pode ter intoxicado, na segunda, mais de 30 clientes de um supermercado.

As pessoas que ingeriram o produto procuraram atendimento na Unidade de Saúde do Bairro Vila Toninho com vômito e diarréia. Muitos pacientes disseram que sentiram os primeiros sintomas 24 horas depois de ingerirem a maionese.

Nesta terça, os fiscais vistoriaram a cozinha do supermercado. Os funcionários receberam orientações sobre como devem armazenar e manusear os produtos. A Vigilância Sanitária vai encaminhar amostras do alimento para análise no Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. 

Fonte: Globo.com  

SP: 80 funcionários da Seara passam mal e suspeita é de intoxicação alimentar 

Data: 10/11/2010

 

SÃO PAULO - Cerca de 80 funcionários da empresa de alimentos Seara, com sede em Amparo, a 115 km da capital paulista, passaram mal na manhã desta quarta-feira. A suspeita é de intoxicação alimentar. O problema teria sido causado por algum alimento consumido no refeitório da empresa na terça-feira.

Segundo a assessoria de imprensa da Seara, dois funcionários não se sentiram bem na terça-feira e apresentaram vômito e diarreia. Eles foram medicados na enfermaria da empresa.

Na manhã desta quarta, aproximadamente 80 funcionários apresentaram os mesmos sintomas e foram encaminhados para a Santa Casa e Hospital Beneficência Portuguesa, ambos em Amparo. A cozinha da empresa foi interditada e a Vigilância Sanitária foi acionada para fazer uma vistoria e emitir um laudo do que poderia ter provocado a intoxicação. Uma empresa terceirizada presta serviço de alimentação aos funcionários.

A Seara funciona normalmente, mas alguns trabalhadores foram remanejados para substituir os ausentes que passam mal. A Prefeitura de Amparo também está transferindo médicos dos postos de saúde para os dois hospitais da cidade para ajudar no atendimento das vítimas.

 

Fonte: O Globo